MAIO '19

02 12

ENTRADA LIVRE

BEM
VINDO

ESTAMOS DE PARABÉNS!

Este ano celebramos a 20.ª edição e queremos festejar convosco!

Celebrar o FATAL é viver o Teatro Universitário. É reviver, no eterno agora, a inocência e a inquietação da juventude, a liberdade de estar, de agir e, sobretudo, de pensar.

Em 20 anos de atividade, houve espaço para espetáculos, troca de experiências, intercâmbio, convívio, criatividade, aprendizagem, muito empenho e dedicado trabalho.

De 2 a 12 de maio, o FATAL apresenta 20 espetáculos, distribuídos por duas categorias: Em Competição e Mais Fatal. Prometemos uma programação diversificada.

Este ano o FATAL volta incluir na sua programação Outras Cenas, performances e exposições, que decorrerão em vários espaços da Universidade de Lisboa. Garantimos: em abril não encontram Outras Cenas mais interessantes para ver.

Nesta edição, o Festival renova parcerias e vai a cena em diferentes equipamentos culturais da cidade de Lisboa, nomeadamente no Auditório Carlos Paredes, Auditório da Biblioteca de Marvila, Auditório Orlando Ribeiro e no Auditório da Cantina Velha da ULisboa.

Aos 20 anos o FATAL celebra a vida, a jovialidade, a pureza, a irreverência e a liberdade. Assim se caracteriza o Teatro Universitário. Assim se caracteriza o FATAL.

VIva o Teatro Universitário, viva o FATAL e venham mais 20!

 

Quer saber mais sobre estes 20 anos?
Leia o artigo na edição de março da Revista da ULisboa
FATAL À FLOR DA PELE

 

HOMENAGEM

OBRIGADO
ISABEL


“Por cultura entendo a mais intensa vida interior, a de mais batalha, a de mais inquietação, a de mais ânsia”. Vem-me à memória esta citação do filósofo e escritor espanhol Miguel Unamuno quando me pedem uma breve dedicatória a Isabel Maçana Bruxo, muito justamente a pessoa distinguida pelo FATAL na comemoração do seu 20.º aniversário.

Foi em 1996 que Isabel Bruxo, enquanto Diretora do Gabinete de Atividades Culturais da Universidade de Lisboa, organizou um ciclo de Teatro Universitário “UL em cena”. Nesta primeira edição foram a cena, na Cidade Universitária, 6 espetáculos que surpreenderam pela sua criatividade. A programação incluiu ainda uma Exposição e uma Conferência com o propósito de dar visibilidade ao Teatro Universitário.

O sucesso desta iniciativa trouxe a Isabel Bruxo a vontade de ir mais além e nem mesmo a carência de recursos a afastou da ambição de desenvolver um festival inédito de Teatro Académico, assente nos anseios e inquietações, na força e na vontade dos estudantes da Universidade de Lisboa.

Assim nasce o FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa que se assume, ainda hoje, como um acontecimento ímpar no panorama cultural do País. Destaque também para o incentivo indiscutível do Professor José Barata- Moura que assumiu, pela primeira vez na história do Teatro Académico, a produção de um festival sob a tutela de uma Universidade.

Depois da primeira edição o FATAL fica cada vez mais ambicioso. A sua programação passou pelos teatros da Trindade, Maria Matos, da Politécnica, bem como por inúmeros espaços da capital. Ao longo das várias edições, o FATAL tornou-se um palco interdisciplinar, acolhendo espetáculos, tertúlias, workshops, conferências, música, dança, performances, fotografia, pintura e instalações artísticas.

“Avocando o meu pendor humanista direi, como responsável pelo FATAL, que em projetos desta natureza e complexidade há entidades e pessoas que são insubstituíveis. Elas reconhecer-se-ão nesta observação simples e sentida, a que acrescento um obrigada tão cúmplice como grande”. Foram estas algumas das palavras de Isabel Maçana Bruxo pronunciadas, em 2009, relativamente ao FATAL e a todos os que, de alguma forma, dignificaram e engrandeceram a produção deste Festival.

Em 2019 o FATAL presta uma sentida e calorosa homenagem à Isabel, que atribuiu um cunho de jovialidade e irreverência que ainda hoje se reflete na identidade do Festival. Passados 20 anos, o FATAL constitui parte do ADN cultural da Universidade de Lisboa, tendo sido acarinhado pelas sucessivas equipas Reitorais. O Festival, graças ao empenho e dedicação da Isabel, estabelece ainda hoje muitas e diferentes pontes: entre os grupos de teatro universitário, as universidades, e os vários sectores da sociedade e as distintas personalidades que os representam.

- Dinis Costa
Departamento de Relações Externas e Internacionais da Reitoria da Universidade de Lisboa, Núcleo de Programação Cultural e Ligação à Sociedade

Isabel Bruxo

PRO
GRA
MAÇÃO

EM COMPETIÇÃO
MAIS FATAL
QUI 02 MAI 18:00

Medeia


70 min | 142 pessoas
Associação Cultural Thíasos, Universidade de Coimbra
QUI 02 MAI 21:30

A Freira no Subterrâneo


60 min | 113 pessoas
Cénico de Direito, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
SEX 03 MAI 16:00

Ritmo "Eu"


60 min
Universidade de Évora
SEX 03 MAI 18:00

O Mercador de Veneza


70 min | 142 pessoas
Noster - Grupo de Teatro da Universidade Católica
SEX 03 MAI 21:30

Albergue Noturno


76 min | 113 pessoas
GTL - Grupo de Teatro de Letras, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
SÁB 04 MAI 18:00

Histórias de Guerra e Alguidar


50 min | 142 pessoas
Fc-Acto - Grupo de Teatro da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
SÁB 04 MAI 21:30

Pistris, Tubarão eu?


60 min | 113 pessoas
GAPE - Grupo de Artes Performativas da ESTAL, Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa
DOM 05 MAI 18:00

Um acontecimento em Goga


80 min | 113 pessoas
TUT - Teatro Académico da ULisboa
SEG 06 MAI 18:00

Cântico Negro


45 min | 172 pessoas
TeatrUBI - Grupo de Teatro da Universidade da Beira Interior
SEG 06 MAI 21:30

Histórias de Amor em tempo de Guerra


130 min | 113 pessoas
Tubo de Ensaios - Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa
TER 07 MAI 18:00

Lobisomem - The Musical


90 min | 172 pessoas
ESTAL - Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa
TER 07 MAI 21:30

A Única Janela


60 min | 113 pessoas
Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa
QUA 08 MAI 18:00

"The Insects' Play"


90 min | 172 pessoas
GTN - Grupo de Teatro da Nova, FCSH, Universidade Nova de Lisboa
QUA 08 MAI 21:30

Sopinhas de Mel


60 min | 113 pessoas
NNT - Novo Núcleo Teatro, FCT, Universidade Nova de Lisboa
QUI 09 MAI 18:00

Batom


70 min | 172 pessoas
mISCuTEm - ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa
QUI 09 MAI 21:30

Pecados 7


60 min | 113 pessoas
ARTEC - Grupo de Teatro da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
SEX 10 MAI 18:00

Alba. E nela é que espelhou o céu.


130 min | 172 pessoas
CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra
SEX 10 MAI 21:30

Azul


60 min | 113 pessoas
Ultimacto - Faculdade de Psicologia e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
SÁB 11 MAI 21:30

O Espetáculo


40 min | 113 pessoas
TUP - Teatro Universitário do Porto
DOM 12 MAI 18:00

Stabat Mater


90 min | 113 pessoas
TEUC - Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra

ENTREGA DE PRÉMIOS 2019

FATAL
17 MAIO | 19H00 | CANTINA VELHA

OU
TRAS
CENAS

Na sua 20.ª edição, o FATAL traz Outras Cenas a vários espaços da Universidade de Lisboa.
Garantimos: em abril não encontram Outras Cenas mais interessantes para ver.

Todas as performances têm uma lotação. Para garantir o seu lugar, faça a sua reserva através do email: fatal@reitoria.ulisboa.pt até às 15h00 do próprio dia da apresentação.

SÁB
06
ABR
Ignição Gerador
17:30

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

IGNIÇÃO GERADOR

Gerador

2h | 80 pessoas

O Gerador junta-se ao FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa para apresentar duas performances artísticas inéditas e surpresa, que não serão reveladas até ao último segundo. Sim, é verdade, só se fores é que descobres o que se vai passar
O Museu Nacional de História Natural e da Ciência, um espaço da Universidade de Lisboa, abre as suas portas para este final de tarde único e improvável. A entrada é gratuita, mas limitada a 80 pessoas. A partir das 17h serão distribuídas as senhas que garantem a entrada do público.

QUA
10
ABR
19:00

Reitoria da ULisboa

A VOZ HUMANA AO PIANO

TUT - Teatro Académico da ULisboa

50m | 60 pessoas

Jean Cocteau inspirou-se na vida amorosa da sua amiga Edith Piaff para escrever "A Voz Humana". Desde a sua estreia em 1930 esta peça tem vindo a ser interpretada por actrizes de todo o mundo, como Ingrid Bergman, Liv Ullmann, Simone Signoret, Anna Magnani, e entre nós por Maria Barroso, Eunice Muñoz, Io Appolloni, entre outras.
Agora, 60 anos depois da estreia a 6 de Fevereiro de 1959 da versão lírica de Francis Poulenc, e celebrando o 120º aniversário do seu nascimento, bem como do 130º aniversário do nascimento de Jean Cocteau, estreamos "A Voz Humana ao Piano".
Um grupo de actrizes melancolicamente ardentes e uma compositora e pianista serenamente mágica transmigram-nos para um outro lugar, onde os tempos, as vozes e as almas se encontram ao som da música, na qual ecoam cintilantes esferas.
Sobre esta peça apenas quero dizer: Ama! Se nunca amaste ninguém, ama. Mesmo que o teu amor não seja correspondido, ou pelo menos não da forma como gostarias que o fosse. Não tenhas medo! Ama incondicionalmente, até te esqueceres de ti, e viveres somente em função de outra pessoa. Se o fizeres irás encontrar o que ignoras. Que tens uma vida interior que só podes alimentar quando te sentes num estado de estranheza e abandono. Quanto mais fundo subires, quanto mais alto desceres, quanto mais escura for a luz da passagem, melhor aprenderás a renascer. Sê o princípio e sê o fim. E esse tempo aparentemente perdido será a matéria e obra da tua criação.

- Júlio Martín da Fonseca

Nota: Este texto não foi escrito ao abrigo do Acordo Ortográfico

FICHA TÉCNICA

Conceção e Direção Artística: Júlio Martín da Fonseca
Dramaturgia: Lígia Cruz e Júlio Martín da Fonseca
Música: Helena Reis
Interpretação: Alisa Kandratsyeva, Bárbara Querido Oliveira, Ana Coutinho, Filipa Figueiredo, Inês Carrilho, Inês Gonçalves, Júlia Coutinho, Juliana Donato, Leonor Belo, Manuela Martins, Mariana Carvalho, Vera Freire e Helena Reis (ao piano)
Produção: TUT - Teatro Académico da ULisboa
Apoio: Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, GECAPA - CLEPUL

SÁB
13
ABR
Da terra, vida nasce verde
16:00

Jardim Botânico de Lisboa

DA TERRA, VIDA VERDE NASCE

Vera Freire, Raquel Barata

1h | 15 crianças (acompanhadas, no máximo, por 2 adultos cada uma)

O que seríamos nós sem a Natureza? O que seria a nossa vida sem as plantas, as suas folhas, flores e os frutos? As plantas estão sempre presentes no nosso dia-a-dia, mas será que as vemos e escutamos? Nascemos e crescemos num Planeta carregado de energia e matéria, onde tudo se interliga. Nesta viagem pelo Jardim Botânico de Lisboa, marcamos encontro com a Vida, descobrindo as plantas que nos rodeiam. Vamos ver, ouvir, tocar, cheirar e, por fim, partilhar o que experimentamos ao longo desta aventura.

Faixa etária: 6-10 anos

FICHA TÉCNICA

Conceção e Interpretação: Raquel Barata e Vera Freire
Texto: Raquel Barata e Vera Freire
Música e Letra: Helena Reis e Vera Freire
Imagem: Tatiana Moreira

SÁB
27
ABR
Fluxo
15:00

Cisterna da Faculdade de Belas-Artes

FLUXO

Colectivo 249

4h | 50 pessoas

Uma performance interdisciplinar e duracional, que parte da história física da Cisterna do antigo Convento de São Francisco, atual Faculdade de Belas-Artes da ULisboa. Este espaço, outrora ocupado pela água, tem uma dinâmica singular que contagia os corpos, a luz, o som e a matéria que os performers vão ocupar, deixando-se influenciar pela ideia de Fluxo (temporal, corporal, luminoso, sonoro, material e de consciência) enquanto conceito.
Tendo em conta as condições do espaço, este apenas pode ser visitado por 10 pessoas em simultâneo.

FICHA TÉCNICA

Criação: Colectivo249
Direção: Ilpo Lalli
Criação e Operação Técnica: Rafael Prazeres e Tomé Mira
Performers: António Liberato, Beatriz Pereira, Clara Forte e Hannah Badura

30
ABR

31
MAI
ARTEC
19:00

Espaço Expositivo do Caleidoscópio

ARTEC 25 - A EXPOSIÇÃO

ARTEC

No ano em que o ARTEC comemora vinte e cinco de vida expõe no Caleidoscópio um quarto de século de personagens, textos, figurinos e cenários da sua criatividade.
Esta exposição quer, mais do que comemorar um tempo passado, homenagear as centenas de Artequianos que viveram no grupo mais que uma vida.

A inauguração é no dia 30 de abril às 19h00. Contamos convosco.

23
ABR

17
MAI
Caixa Negra
11:30 > 19:30

Auditório da Cantina Velha

A FATAL CAIXA NEGRA

MEF

A fotografia é uma expressão artística que vive da luz e do movimento. O FATAL, bem como o Teatro Universitário, é uma fonte inesgotável destes elementos, um espaço onde o domínio da técnica permite registar momentos únicos e irrepetíveis.
No decorrer da última década, o MEF - Movimento de Expressão Fotográfica tem desenvolvido um Workshop de Fotografia de Teatro em parceria com o FATAL. Graças a esta parceria, hoje o FATAL tem um arquivo fotográfico de excelência, com imagens de espetáculos de todos os grupos de Teatro Universitário nacionais, bem como de muitos outros estrangeiros que por aqui passaram, contribuindo assim para a internacionalização do festival.
Também a identidade gráfica do Festival acompanhou a evolução da utilização da imagem, durante as últimas duas décadas.
Desta constante mutação resultam 20 cartazes muito díspares, onde podemos observar trabalhos em que se destacam a ilustração, o grafismo e a fotografia.
Em tom de retrospetiva, mostramos 20 edições do Festival num formato dinâmico e onde tudo começa e termina: a Caixa Negra.
A FATAL Caixa Negra é um elogio do FATAL ao Teatro Universitário. Uma experiência imersiva num espaço com uma ligação antiga aos grupos de Teatro Universitário da Universidade de Lisboa e ao próprio FATAL.
A inauguração é no dia 23 de abril às 17h00. Contamos convosco!

FICHA TÉCNICA

Conceção e curadoria: MEF, DREI - NPCLS e NC
Imagem: MEF
Videografia: Miguel Miranda e Miguel Rafael, Gabinete Multimédia Faculdade de Arquitetura ULisboa
Sonoplastia: Luís Lucena

CICLO DE
TERTÚLIAS


CONSTRUIR A MEMÓRIA

A função principal de um arquivo é manter a memória viva. Um arquivo implica espaço físico com condições de preservação de diferentes matérias. Documentos, figurinos e cenários são apenas alguns dos elementos de que vive a prática teatral. Como preservam, ou não, os grupos de Teatro Universitário o seu espólio? Estará a memória do Teatro Universitário comprometida?

4 de maio | 16h00
FOYER DO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA E TEATRO UNIVERSITÁRIO

- CANCELADO -

Cada vez mais, os grupos de Teatro Universitário apresentam espetáculos que partem de textos inéditos, muitas vezes construídos em processos de colaboração entre os seus elementos. Terá esta nova forma de fazer dramaturgia impacto na estética dos trabalhos apresentados? O Teatro Universitário contribui, de forma particular, para a dramaturgia contemporânea portuguesa. Vamos saber como.

5 de maio | 16h00
FOYER DO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

COMO SE FAZ TEATRO UNIVERSITÁRIO HOJE?

Como subsistem os grupos de Teatro Universitário? Em que condições? A falta de financiamento e de um espaço próprio de ensaio são os principais constrangimentos, com forte impacto nos processos de criação artística. Mas serão só estes? Vamos ouvir, na primeira pessoa, os problemas que enfrentam hoje, os grupos de Teatro Universitário as soluções que vão encontrando para que esta nobre atividade não desapareça.

11 de maio | 16h00
FOYER DO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

40 ANOS DE GrETUA EM TERTÚLIA

Em ano de aniversários, o GrETUA reúne no FATAL Bruno dos Reis, encenador, Beatriz Fonseca, atriz e coordenadora do núcleo, entre outros membros que fizeram e fazem parte da construção do GrETUA. À mesa partilhar-se-á aquilo o que foi a história do núcleo e como poderá ser o GrETUA no futuro, dado o seu presente contexto na Universidade e na Cidade de Aveiro.
Haverá espaço ainda para de um pequeno monólogo chamado "Tiros nas Didascálias", pelo ator João Tarrafa, e uma leitura parcial do espetáculos "Carta Aberta Aos Meus Papás", pelas atrizes Catarina Bon de Sousa, Catarina Reis Amorim e Gabriela Cavaz, alunas do curso de formação do grupo.

12 de maio | 16h00
FOYER DO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

PRÉ
MIOS

Pistris
Prémio FATAL

PISTRIS, TUBARÃO EU?

GAPE - Grupo de Artes Performativas da ESTAL, Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa

Pistris
Prémio FATAL - Cidade de Lisboa

O ESPETÁCULO

TUP - Teatro Universitário do Porto

Pistris
Menção Honrosa

BATOM

mISCuTEm - ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa

Pistris
Menção Honrosa

HISTÓRIAS DE AMOR EM TEMPO DE GUERRA

Tubo de Ensaios - Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Pistris
Menção Honrosa

SOPINHAS DE MEL

NNT - Novo Núcleo Teatro, FCT, Universidade Nova de Lisboa

Pistris
Prémio FATAL do Público

HISTÓRIAS DE AMOR EM TEMPO DE GUERRA

Tubo de Ensaios - Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Para a 20.ª edição do FATAL, foram selecionados 16 espetáculos para integrar a categoria de competição.
Graças ao patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa, e ao Público, o FATAL concede, uma vez mais, três prémios.

Prémio FATAL

Distingue o melhor espetáculo.

 

Prémio FATAL – Cidade de Lisboa

Consagra o espetáculo mais inovador.

 

Prémio FATAL do público

Atribuído ao espetáculo que obtém a mais alta classificação dos espetadores do Festival.

 

Júri

O júri do FATAL 2019 é composto por Anick Bilreiro, em representação da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Lucas, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian, Teresa Faria, em representação do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da ULisboa e por Pedro Saavedra e Ricardo Teixeira, atores portugueses de renome.

 

 


Novo Troféu

No contexto da celebração da 20.ª edição do FATAL foi desenvolvida uma nova identidade gráfica para o Festival.

A Cadeira FATAL continua em cena como elemento principal do novo logótipo e do novo Troféu. Mudou de aspeto mas mantém-se inabalável, enfrentando a instabilidade dos tempos modernos. Tal como os grupos de Teatro Universitário, a Cadeira FATAL está de pé!

 

 

RESER
VAS

BILHETES, RESERVAS E INSCRIÇÕES

Dias úteis: até às 16h00 do dia do espetáculo (Para os espetáculos a realizar ao fim de semana, a reserva tem de ser efetuada até às 16h00 da sexta-feira imediatamente anterior).
E-mail: fatal@reitoria.ulisboa.pt

LOCAIS
FATAIS

1 - REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

Alameda da Universidade
1649-004 Lisboa
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Metro: Cidade Universitária (linha amarela)
Carris: 731, 735, 738, 755, 764, 768

2 - CANTINA VELHA

Alameda da Universidade
1649-004 Lisboa
ver mapa

Metro: Cidade Universitária (linha amarela)
Carris: 731, 735, 738, 755, 764, 768

3 - MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA

R. da Escola Politécnica 56
1250-102 Lisboa
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Metro: Rato (linha amarela)
Carris: 6, 9, 58, 74, 92, 720, 727, 738, 773, 790
Elétrico: 24

4 - JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

R. da Escola Politécnica 56/58
1250-102 Lisboa
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Metro: Rato (linha amarela)
Carris: 6, 9, 58, 74, 92, 720, 727, 738, 773, 790
Elétrico: 24

5 - CISTERNA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES

Largo da Academia Nacional de Belas Artes 4
1249-058 Lisboa
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Elétrico: 28
Metro: Baixa-Chiado / Cais do Sodré

6 - CALEIDOSCÓPIO

Campo Grande 18
1700-162 Lisboa
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Metro: Campo Grande (linha amarela/verde)
Carris: 207, 701, 717, 731, 736, 750, 755, 767, 798

7 - AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA DE MARVILA

Rua António Gedeão
1950-347 Lisboa
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Comboio: Marvila
Carris: 759, 793

8 - AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

Junta de Freguesia de Benfica
Avenida Gomes Pereira, 17
1549-019 Lisboa
ver mapa

Carris: 716C, 724, 750, 784

9 - AUDITÓRIO ORLANDO RIBEIRO

Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estr. de Telheiras 146
1600-598 Lisboa
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Metro: Telheiras (linha verde)
Carris: 747, 767, 778

PATROCÍNIOS:

Câmara Municipal de Lisboa
Caixa Geral de Depósitos

PARCEIROS:

Serviços de Ação Social
Auditório Carlos Paredes
Junta de Freguesia de Benfica
Antena 1
Bibliotecas de Lisboa
Gerador
Junta de Freguesia do Lumiar
Movimento de Expressão Fotográfica
Centro de Estudos de Teatro
Fundação Calouste Gulbenkian
EXARP
Rua das Gaivotas
A Marmita
Fruut
ESTC - Escola Superior de Teatro e Cinema
Faculdade de Belas-Artes
Faculdade de Letras
Faculdade de Arquitetura
Museu Nacional de História Natural e da Ciência